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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Apresentações.

Quando estou só, gosto de pensar que não estou, dai sussurro bem baixinho no escuro;

- Oi. Muito prazer.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Geralmente, eu me perco e afundo.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Presente


E são aquelas malditas lágrimas, que descem aos lábios, e salgam o dia inteiro.
Elas, as de vidro, de fragilidade, as que eu não quis. Mas as únicas pistas deu ainda estar viva. Não essa vida que dizem receber quando nascem. Mas outra, que quando há vida, predomina o sal das lagrimas.

A verdade maior é que não me identifico com muita coisa. E tem sido solitário esse esforço que faço, pra me incluir em certos convios, ou em simetrias de pensamento. O pior, é que não são os defeitos que me excluem, são minhas qualidades, me acho boa demais para certos sacrificios...
Busco alguma causa já perdida, quase um terrorismo suicida...






Ludov, Terrorismo Suicida.

domingo, 22 de janeiro de 2012

Admitir que há algo errado, é o primeiro passo não é?

sábado, 21 de janeiro de 2012

A felicidade não é passageira, são as angustias que serpenteiam pela alma, as vezes fazendo você esquecer que a alegria esta ali. E existem até, pessoas que nunca param de estar tristes, só deixam para mais tarde.
Qual a dificuldade em entender, que magoas, nunca ajudaram ninguém!?

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Quando penso no futuro, não me imagino fazendo coisas, nem vivendo aventuras. Chega a ser nostálgico, pensar no futuro; tudo que eu imagino ver lá, é o que eu gostaria de ver aqui, num mundo diferente, sem utensílios futuristas . Parada, numa fotografia em preto e branco, as vezes eu estou sorrindo, as vezes eu estou seria. Sabendo que tenho 9 bilhões de vidas diferentes, em mais de 150 países.
Queria saber; de onde vem essa minha facilidade em criar angustias?
Sei que o único jeito, de lidar com meus problemas, é sofrendo até meus ossos implodirem, e meu coração parar de bater.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Transe

A batalha que nos ganhamos.
O amor que nos perdemos.
As magoas,
O giro, o balançar de mãos e cabeça.
O toque,o que toca nas rádios.
O sentimento só nosso.
O conforto universal,
A aceitação, o desprendimento
A alma lavada em dó, fá, lá, ré
A doçura, o fervor da violência.
E o sorriso, ah o seu sorriso...
Uma vez que a imagem se desfaz, se anula, drastifica uma vida. Uma vez que se predestina uma alma, nem o vento é capaz de muda-la apesar de não parar de soprar e ferir.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

As vezes sinto saudades dos amores que só tive comigo. Aquelas paixões tão simples, por olhares tristes. E que hoje, com o passar dos dias, e a clareza das ideias; não sou capas de amar ninguém que eu desconheça. Sempre à mercê, dos sussurro malignos da consciência, dizendo que é mentira e que não é meu. Que é só a minha carência, me dizendo que ter alguém na sua cabeça. É melhor que estar sozinha por inteiro.
Pra falar a verdade, comecei a gostar da escrita, quando percebi sua eficácia em ataques de pânico...
Tem sido nostálgico estar aqui, perante sentimentos passados e mensagem trancadas. Codificadas de um modo, que só eu consigo intender o real significado, e as vezes até sinto o cheiro do dia. É como se estivesse ausente a anos, e regressasse de uma viagem longa. Não sei se foi a sensação ruim, ou a insônia da noite passada, que despertou tal sentimento. Mas é aconchegante voltar, e respirar mais leve.

Questiona-me

E o que será de mim?
A serpente leal.
A sombra iluminada.
A ausência companheira.
O que será de nós?
Nós que caídos, chegamos ao auge.
Que de malignos fizemos o bem.
Que reconfortamos, com melancolia, teu sorriso despretensioso.
E que de confusos, mostramos a verdade.
Aquela contradição exemplar, de ser claro e incontestável.
Em dizer a verdade falando mentiras.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012


Eu não sei mais o que fazer com dor nenhuma, com angustia nenhuma; não tem mais espaço na caixinha. Eu enfeitei ela, com retalhos de gestos bonitos e não, não fez muita diferença! A não ser estética; a vida ficou mais bonita.
Mas o espaço não se expandiu, e eu estou aqui apertada, mesmo a vida sendo linda.
Não tem mais espaço pra dor, que já é tanta e que não consegui me livrar. Mas insistem em amarrotar mais coisinhas... Um dia a vida esvazia; o tempo se esparrama em algum dia de verão? O amor é mesmo, bom quanto o que dizem nas musicas, tão bom que quando acaba, continua bonito: Ainda vale a pena guardar?

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Peguei esse mal habito da vida, de abandonar as coisas com o tempo.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

I need music and you
I'll always love you baby
Just you and rock'n roll yeah






Rock'n Roll,The Brilliant Green.